Prestígio da cachaça no exterior

O blog Cachaças de Salinas recebeu interessante texto que sai publicado na 9º. edição da revista PIB – Presença Internacional do Brasil, autoria da jornalista Talita Zanetti, sobre o prestígio que a cachaça vem ganhando no exterior, sobretudo nos Estados Unidos. Vale conferir!

CACHAÇA GANHA ESPAÇO NO EXTERIOR
Bebida aumenta seu mercado consumidor mas ainda precisa extirpar o rótulo de “Brazilian Rum”
Por Talita Zanetti
A 9ª edição da revista PIB – Presença Internacional do Brasil, que chega às bancas esta semana, traz uma reportagem especial sobre a formação do mercado consumidor da cachaça nos Estados Unidos. O empresário Steve Luttmann – dono da cachaça líder de vendas no país, a Leblon – se engajou em uma campanha para educar os americanos sobre a cachaça e a caipirinha e fazer com que o governo reconheça a identidade da bebida, trocando o rótulo de “Brazilian Rum”.
O processo burocrático para retirar o nome de rum das cachaças brasileiras está chegando ao fim. O Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac) contratou um lobista e levou o problema à Embaixada do Brasil com o objetivo de mudar a classificação da bebida. “Não se pode trocar o valor cultural de um produto pelo critério científico, sem falar que o sabor da cachaça em nada lembra o rum”, explica Luttmann.
A Leblon é produzida no Brasil e cerca de 450 mil garrafas são exportadas por ano, espalhando potencialmente 7 milhões de caipirinhas pelo mundo. Nos Estados Unidos, a campanha de Steve se chama “Legalize Cachaça” e, no Brasil, “Salve a caipirinha”, já que muitas vezes utiliza-se vodka no drink. Exemplo de ação da campanha aconteceu quando o Rio de Janeiro foi eleito para ser a sede das Olimpíadas em 2016. A Leblon promoveu “caipi-hours” em bares de dez cidades americanas. A marca lidera o mercado nos Estados Unidos com um terço do total, seguida por Pitu, 51 e Sagatiba.
Sobre a revista PIB
A revista PIB – Presença Internacional do Brasil – é a primeira publicação voltada para todos os aspectos relacionados com a internacionalização da economia brasileira. O objetivo da revista é divulgar temas relacionados com a presença brasileira no exterior, com os benefícios que a internacionalização proporciona para as empresas e investidores brasileiros e com as vantagens geradas por esse processo para o conjunto da economia nacional.
Com direção editorial de Nely Caixeta, a revista tem periodicidade bimestral e circulação dirigida de 25.000 exemplares, sendo 17.000 em português e 8.000 em inglês. Com, no mínimo, 84 páginas e valor de R$ 10, a PIB também é distribuída entre presidentes e diretores das 1.000 maiores empresas brasileiras e autoridades do primeiro escalão do governo federal e dos governos estaduais. Além disso, a revista tem forte presença no exterior, sendo distribuída também em Portugal pelo valor de €3,00. A publicação chega às mãos dos principais dirigentes de organismos ligados às Nações Unidas, à Organização dos Estados Americanos, e também dos participantes dos programas internacionais da APEX Brasil e das missões do Itamaraty.

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